domingo, 12 de julho de 2009

um repúdio à nossa ignorância.


De um tempo pra cá não ando tendo paciência com a imaturidade dos outros e muito menos com a minha. Coisas que faziam parte do meu linguajar, não fazem mais; pessoas que me eram prioridade não desejo mais ao meu lado; a rotina de loucuras não me faz mais sentido; a falta de comprometimento com o mundo, com seu trabalho e com o outro me irritam profundamente. De repente, as pessoas não lerem jornal me angustia, a falta de cuidado e atenção com o outro me agridem: bons tempos de realidade esses! Transitei num mundo paralelo de muitos "uhus!!!!", de ser cumplice com o desamor e o egoismo, de ser espectadora passiva (mas sensível) da falta de comprometimento com o outro e comigo mesma. Em temos de realidade consigo mandar um "tomar no cu", expulso o que não me faz bem, dou amor a quem merece o meu amor. Ainda sofro de ingenuidade-conveniente....é a velha mania de cair no antigo mundo do passoporcimademeussentimentosland....mas as coisas caminham. Na última semana no entando me transmutei numa pessimista de mão cheia devido aos ultimos acontecimentos que atingiram a mim e minha familia. Chorei compulsivamente ao telefone sem achar saída. O que me trás ainda mais a angustia de perceber que tem gente ao meu lado que não enxerga mais nada do que a si mesmo. Que tal mudar de país??? Pensamento obvio de quem foi subtraída, agredida. E onde tá todo mundo nessa hora? Talvez fumando maconha por aí, indo pra balada.....uhu! Ou escrevendo, como eu, tantas sensações e angustias no seu blog-vaidoso....E não que eu não goste de balada, nem de exor minhas sensações no meu blog....estou aqui, enfim, tenho um blog (eu que sempre achei isso uma bobagem sem fim!). Mas o mundo de hoje se limita a seu mp3 ou 4 ligado na orelha, suas olheiras de não dormir, seu riso falso cheio de ópio, suas pseudoangustias intimas-pessoais-intransfiriveis ( e superficiais, porque se se vai a fundo nelas aí sim tudo é transformador). Tento agora retomar meu otimismo, sem deixar a realidade passar: tento ainda procurar de novo o frescor do acreditar no meu trabalho como forma transformadora (porque pra mim, só assim trabalhar faz sentido), lembrar das historia das minhas crianças de paraisópolis, do canto num espaço de opressão, lembrar com carinho de que eu pensei nas pessoas certas na hora que precisei de acolhimento, lembrar o quanto me diverti cantando e dançando na terça passada, lembrar que tenho que ir ao poupatempo amanhã, lembrar que eu amo muito minha mãe, meu pai, meu irmão e a lua, lembrar que eu devo formar atores responsáveis e realmente abertos ao outro, e ao que o outro tem pra dar (e que só assim se dá a relação cênica transformadora do espetáculo, da platéia e do ser humano), lembrar que o ser humano é meu material de trabalho e que isso eu sempre soube fazer muito bem: sempre tive coragem de transformar o mundo e a mim mesma. Basta agora esperar e torcer pra tudo voltar a ser de novo sol e chuva. Amem.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

First when there's nothing
but a slow glowing dream
that your fear seems to hide
deep inside your mind.All alone
I have criedsilent tears
full of pridein a world
made of steel,made of stone.
Well, I hear the music,
close my eyes, feel the rhythm,
wrap around, take a holdof my heart.
What a feeling.
Bein's believin'.
I can have it all, now I'm dancing for my life.
Take your passion and make it happen.
Pictures come alive,
you can dance right through your life.
Now I hear the music,
close my eyes, I am rhythm.
In a flash it takes hold of my heart.
What a feeling.
Bein's believin'.
I can have it all, now I'm dancing for my life.
Take your passion and make it happen.
Pictures come alive, now I'm dancing through my life.
What a feeling.
What a feeling I AM MUSIC NOW
Bein's believin'. I AM RHYTHM NOW
Pictures come alive, you can dance right through your life.
What a feeling. YOU CAN REALLY HAVE IT ALL
What a feeling. PICTURES COME ALIVE WHEN I CALL
I can have it all I CAN REALLY HAVE IT ALL
Have it all PICTURES COME ALIVE WHEN I CALL
CALL CALL CALL CALL WHAT A FEELING

quinta-feira, 25 de junho de 2009

enciclopédia da beleza feminina: capitulo dois a dona de casa, esse trabalhador braçal!


As mulheres são as mais atingidas pela fadiga porque possuem um sistema nervoso mais sensível, relacionado à um sistema hormonial delicado, que sofre, ainda, sérios transtornos em certas etapas da vida genital. Mesmo nessas fazer a mulher tem que suportar as agressões da vida moderna. Nos cálculos da ração alimentar, a mãe de família é equiparada a um trabalhador braçal: ela limpa a casa, faz compras, prepara as refeições, cuida dos filhos, moral e materiamente, atende ao marido, leva as crianças ao colégio, à pracinha, ainda lava e passa roupa da família.

enciclopédia da beleza feminina: capitulo um a fadiga.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009


escreva em sete pedaços em branco o nome. Depois pegue sete romãs. Faça um furo em cada uma. Enfie cada papel em uma romã. As dezoito horas atire as romãs num jardim e repita: vai romã!